-jogador de um personagem cavaleiros dos céus, sobre o comentário do Mestre de que o gato da maga não estava tendo muito destaque nos jogos
sábado, 15 de outubro de 2011
Detalhando Magias II: componentes
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Voodoo é pra jacu: Mundos sem magia
"O nosso passado reflete esse nosso presente, hoje aquelas balburdias praticadas por aqueles magocratas não estão mais entre nós! Eles governaram tudo! Fizeram de sua ganância por mais poder a sua queda.
A magia e o poder que detinham foram enterrados com eles mesmos. E hoje desfrutamos da vida com apreço ao que temos, a magia se estinguiu com eles, pelo menos é o que se ouve falar." Pode-se ainda lembrar do caso do excelente cenário Dark Sun, onde o meio de utilizar a magia é sugar energia vital do ambiente, o que levou arquimagos do passado a corromper terrenos inteiros e mergulhar o mundo todo em um deserto! Isso torna interessante para explicar o cenário e, caso a magia fosse rara, o motivo disso.
Inexistência completa
stir a muito tempo, a magia é trancada e é selada. Ninguém é capaz de mostrar a sua face e se bem que isso também é uma bela ideia para instigar os aventureiros na busca de respostas. A história que está escrita nos livros mais antigos relata a existência dela, porém hoje não está mais presente. sábado, 5 de fevereiro de 2011
Organizações: Companhia Cênica Fantástica
Histórico
Ruldek da Espada Cantante sempre estranhou como seus companheiros e a maioria dos aventureiros do mundo parecia empolgar-se apenas com aventuras, caça a monstros, masmorras e armadilhas. Também adorava tudo isso, em especial matar monstros, já que sua habilidade tornou-se lendária em mais de um reino, rendendo-lhe a alcunha de Espada Cantante, já que a velocidade de seus golpes produziam um ruído constante da espada no ar.
Porém, Ruldek apreciava como poucos chegar em uma grande cidade após uma longa aventura, e deliciar-se em uma refinada apresentação teatral, ou uma excelente ópera. Conhecia os mais requintados teatros e casas de apresentações de seu continente, e enquanto os companheiros gastavam partes dos tesouros adquiridos em aventuras em tavernas, Ruldek preferia empregá-los na compra de entradas para espetáculos, já que muitas vezes eram restritos a nobreza, o que exigia subornos pra lá de exorbitantes.
O único detalhe que Ruldek percebia que seu apreço pela arte da música e representação não se comparava ao que ele via cotidianamente em aventuras, era a falta de efeitos chamativos.
Impressionava-se com boas atuações, diálogos eloquentes, mas por vezes pensava que uma grande entrada ficaria melhor com auxilio de magias que Volden, o mago do grupo, realizava com mais facilidade do que um guerreiro desembainhava uma espada. A cada apresentação imaginava o quanto um simples mecanismo de uma armadilha que dera trabalho para o grupo poderia aperfeiçoar uma cena, o quanto uma magia banal poderia auxiliar em um grande desfecho...
A Companhia Cênica Fantástica foi fundada por Ruldek assim que este se aposentou, e mostrou-se uma idéia inovadora.
Surgimento e popularização da CCF
Empregando todo
o dinheiro acumulado em aventuras, apesar do protesto dos antigos companheiros, Ruldek comprou uma companhia teatral quase falida, contratou alguns ladinos aposentados (e ficou feliz que Stenner, velho amigo e companheiro de aventuras aceitou o convite para cooderná-los), e um velho mago que a caduquisse não impediu de exercer um bom trabalho.
A partir de então a Companhia Cênica Fantástica foi crescendo em respeito pelo reino, sendo citada pela inovação e criatividade, bem como pela ousadia exagerada que para os mais conservadores e críticos da arte beirava o absurdo.
Sangue artificial era conseguido sem grande dificuldade graças a frascos habilmente escondidos pelos ladinos, e facilmente quebrados após muito treino. Por muito tempo pensou-se que os atores da peça matavam-se em cena, mas o alvoroço apenas aumentou o interesse pela CCF.
Uma cena, contudo, levou os efeitos da organização ao renome completo. Em uma encenação teatral, presenciada pelo príncipe do reino, o protagonista era puxado por almas penadas de seus antepassados, que queriam condená-lo por desonrar a familia. Com o efeito de uma magia que aumentava a agilidade e tornava o alvo bem mais rapido, o ator conseguiu dar um salto para tras e parecer ter sido realmente sugado pelos figurantes que representavam os espíritos. O público demonstrou em uníssono seu espanto.
Esse efeito foi tamanho, que mesmo a cena em que uma divindade surgia dos céus para ajudar seus paladinos, em uma ópera, com o ator representando estava divindade surgindo realmente voando em cena (na verdade apenas flutuando, graças a uma magia realativamente simples que permite ao usuário planar), naõ teve tanto impacto no público já acostumado aos efeitos, e já admirador da companhia.
Inúmeras outras “artimanhas” (como muitos críticos definem os efeitos da CCF) são utilizadas pelos atores, contra-regras e auxiliares da companhia. Alçapões postos no palco permitem entradas súbitas de atores, jatos de chamas simulam o poder de dragões, cordas magicamente animadas simulam cobras selvagens, magias de altos sons permitem criar ruidos, rugidos e sons fantasmagóricos de muitas criaturas, etc. Até simples magias de iluminação postas nas armas do protagonista e antagonista permitem destacar o embate final no clímax de uma apresentação.
Ruldek, cuja admiração nunca chegou nem perto de ter uma carreira musical, teatral ou de bardo, atualmente preocupa-se mais em inovar as apresentações que encomenda a compositores e autores, do que em administrar os enormes ganhos financeiros que a companhia o trouxe.
Quanto aos antigos companheiros de Roldek, que disseram que o investimento dele era loucura. Bem, não perdem uma apresentação, assistindo no camarote principal dos teatros.











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