Voltando à ativa, e que os deuses do RPG tirem um crítico no ataque contra as criaturas inferiores do trabalho, estudo e rotina!
Matheus JackConsidera-se um quase-nerd, embora o citado, e mais o blog, deixe em dúvida o quão "quase" é.
Quando o Mestre pensa nos inimigos que irá criar para os PJs, costuma pensar em um NPC com características chamativas, uma organização com uma hierarquia complexa, ou mesmo em objetivos bem definidos. Aliado a isto tudo, podemos pensar em fazer do inimigo alguém próximo ao PJ ou aos PJs. Digamos que o objetivo do inimigo do grupo de PJs seja matar o rei, pois o monarca ordenou que incendiassem o vilarejo onde morava a família deste inimigo. Temos um vilão interessante, com metas
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Perder um personagem, perder algo que tu criaste, desenvolveu uma história em cima dele, escolheu cada ponto para que ele ficasse como você o imaginou e de repente perdê-lo no desenrolar da história. É, isso não é nada animador, principalmente quando se está jogando com ele há muitas sessões e então o que fazer ? Algumas coisas desse gênero são abordadas nessa matéria aqui, mas o que eu quero realmente tocar hoje são todos os acontecimentos que levaram a essa morte com mais profundidade....
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Savage Worlds é um sistema que abrange uma gama de possibilidades para os jogadores e o mestre pois o processo de geração de base de personagens é um sistema baseado nas competências e características de cada um, sem classe e progressões de níveis pré-determinadas. Nesse aspecto se assemelha a “Mutantes e Malfeitores” sistema de domínio d20. Só que claro, mais voltada para a parte de Super Heróis e comics. Mas esse é um dos únicos conceitos semelhantes, ao resto se difere. O melhor do sistema é que ele também é reproduzível em qualquer cenário e isso incluí medievais, renascentistas, modernos, futuristas e atuais....
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Monstros: Ah sim eles são esplendorosamentes terríveis. Alguns tem escamas, caudas, asas, 3, 4, 100 olhos, habilidades sobrenaturais, psíquicas, controle de elementos e as mais variadas formas distintas que podemos imaginar. Ah sim podemos imaginar, mas realmente precisamos de uma apêndice de monstros com características totalmente definidas com Nível de Desafio estipulado e tudo mais ? Você talvez deva estar pensando que sim, mas....
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Matheus Jack

Matheus Jack
Lembrando que tudo que se segue são opiniões pessoais, e não refletem a opinião dos demais membros do blog, e são passíveis de discordância. Além disso, optei por uma resenha mais geral, não me focando em detalhes para não dar spoilers.
Enredo chamativo
Primeiramente, o filme é interessante por ter um enredo e cenas (tanto as de ação, muito boas, quanto as demais, sendo os diálogos do filme bem construídos) que prendem a atenção do espectador.
Parece óbvio, mas é incrível a quantidade de filmes que vejo onde o início te prende, mas se passa o restante do filme esperando o final. O durante também é algo importante, e Os Três Mosqueteiros possuam um enredo não totalmente linear (embora também não seja em nada surpreendente).
Evocativo
Outro ponto forte do filme é ser evocativo, interessante, no gênero a que pertence: aventura.
O longa possui a medida certa daqueles elementos que acho necessário para um filme de aventura: uma estória razoável, boas cenas de ação, e personagens interessantes. Mesmo que Duque de Buckinghan, personagem de Orlando Bloom, tenha me decepcionado por aparecer pouco, mostrou-se interessante para o filme como um todo.
Ainda que menos chamativo em suas cenas e efeitos que o peso-pesado do gênero aventura, Piratas do Caribe, Os Três Mosqueteiros consegue ter uma história interessantes e cenas bem feitas (principalmente para quem joga RPG, destacando-se à infiltração acrobata da Milady, bem estilo ladino, a “embarcação” (para não dar spoilers) do filme, e o combate dos mosqueteiros contra os guardas do Cardeal).
Pode parecer contraditório eu ter afirmado acima que o filme possui personagens interessantes, e agora defini-los como medianos, mas é isso mesmo!
Os personagens do filme são interessantes para a estória e desenvolvimento deste, mas me deixaram com uma nítida sensação de “falta algo”. Se para personagens secundários seus respectivos papéis servem (um rei imaturo que se deixa manipular, uma ladina sedutora desleal, etc.), para os protagonistas o razoável não é o bastante.
Os mosqueteiros e D’Artagnan não são ruins, mas parecem muito previsíveis e muito estereotipados.
Os três mosqueteiros do título (clássico da obra de Dumas, ainda que na Índia seus nomes sejam tão desconhecidos que valham uma pergunta de 20 milhões de rubias) são caricatos e superficiais em suas características. Athos (Matthew Macfadyen) é o ladino, ágil, furtivo, ponto.
Porthos (Ray Stevenson) é o grandalhão forte que prefere chutar a porta e entrar de frente; acabou. Aquele que poderia ter um background mais desenvolvido, Aramis (Luke Evans), tendo sido padre mas abandonado a batina, limita-se a relatar isso aos próximos, e a rezar por aqueles que mata, nada mais.
O que se salva é D’Artagnan, jovem imaturo que se mete em encrenca, mas tem habilidade e coragem para sair delas. Porém, isto está longe de ser uma novidade.
Conclusão
Ainda que os efeitos 3D em nada chamem a atenção, sendo dispensáveis, Os Três Mosqueteiros é um bom filme de aventura que vale à ida ao cinema e mostra-se como uma boa nova adaptação do clássico de Alexandre Dumas.
Porém, dificilmente se tornará um clássico ou será recorde de bilheteria, destinado mais provavelmente a reprises na Sessão da Tarde.
Bardo! Errante! Contador de Histórias! Cancioneiro! A classe da música, das aventuras e da boêmia. Um bardo, na história da Europa, era uma pessoa encarregada de transmitir as histórias, as lendas e poemas de forma oral, cantando a história de seus povos em poemas recitados. Normalmente contratos por nobres para trabalhar em virtude de seu nome, elevando o posto de seu nobre e divulgando-o para todo o lugarejo que visitava. Um bardo muito mais que um contador de histórias ele é um evocador da cultura ele é um livro interativo capaz de saber das mais diversas coisas e assuntos. Bardos embora possam não ser os mais combativos fazem toda a diferença num mundo medieval. São considerados homens de suporte ao grupo muitas vezes e assim desempenhando um papel fundamental para a perpetuação de um grupo. Não que seja alguém indispensável mas há muito que pode ser explorado com esse digno titulo de classe. Bardos são sábios Seu ponto mais vital é o conhecimento adquirido pelos lugares que passa e é a sua recompensa mais valorosa. Os mistérios mais sagazes e aventurados podem ser recitados com algumas palavras de seu alto conhecimento. Junto com sua música e perspicácia ele detém a palavra e provavelmente sempre deterá a razão diante de seu público. Não julga-lo como coadjuvante pois sua experiência pode contar muito para resolver mistérios, decifrar enigmas e convencer pessoas sem usar a força. Suas habilidades vão muito além de
persuadir pessoas e convence-las pois suas técnicas e tipos de músicas ,sejam elas cantadas ou tocadas por um instrumento milaborante, podem ovacionar um grupo inteiro e encoraja-los às mais difíceis aventuras e monstros que possam haver. Bardos são músicos A música salva, a música ilude, a música adivinha! A sonoridade das notas musicais é capaz de elucidar e encantar a todos. Bardos podem ser importantes quando a espada e o combate não puderem resolver os problemas. Utilizando sua lábia e capacidade de encantamento. Bardos são carismáticos
Essa suposição não está errada. Mas também não é o que parece....
A grande paixão de Moldrovec é sua coleção de moedas raras e preciosas. Desde sua adolescência (há quase um milênio) o dragão busca e guarda consigo exemplares raros de moedas dos mais variados reinos e culturas, sendo um dos maiores, senão o maior, numismático do mundo.
Mais do que empilhar ouro, prata ou jóias em seu covil, o dragão branco sempre preferiu adquirir moedas, que lhe despertavam admiração não apenas por seu brilho metálico, mas pela forma artística com que eram cunhadas, assim como a história por trás delas – divulgação da imagem pública de reis e nobres, domínio cultura sobre um povo, etc.
Assim, a fama do dragão que possuía algumas dezenas de moedas, tesouro inferior a muitos dragões bem mais jovens, cresceu entre sua raça, o que o tornou difamado. Porém, logo Modrovec ganhou respeito, ou no mínimo indiferença, entre seus pares, já que não é difícil perceber o valor intrínseco nas moedas devido à sua raridade ou histórico. Logo tornou-se perceptível que embora seu tesouro seja menor em tamanho, é tão valioso quanto o diversos outros dragões, afinal uma única moeda de sua coleção pode valer alguns milhares de peças de ouro.
Entre seus exemplares preferidos, está a moeda que o Rei Raldavulk II trazia consigo e dizia trazer-lhe sorte, talhada no reino de Bolden, desaparecido há cerca de 4 séculos (3 gerações depois de Raldavuk) devido a uma invasão orc. O dragão também possui dois dos três exemplares conhecidos da chamada Moeda da Fé, cunhada por um antigo alto-sacerdote com o desejo de substituir as várias moedas correntes em sua época por uma única, trazendo a face de seu deus. O plano do alto-sacerdote não deu certo, já que após cunhar apenas 3 moedas seu reino foi invadido por um exército inimigo e o templo foi queimado, e ele morto pelo clero rival.

Cartada no jogo
Primeiramente, seria interessante colocar os Personagens dos Jogadores diante deste dragão diferenciado. Como já citado, seria uma surpresa não encontrar pilhas e pilhas de tesouros e objetos valiosos, mas não mais que uma centena de moedas. Os PJs logo poderiam notar a raridade dos objetos, e assim perceber o valor não direto que eles possuem. Mesmo assim, teriam de vender e negociar as moedas, entrando em contato com colecionadores, procurando especialistas, o que daria um grande trabalho (mas, felizmente, outras possibilidades de aventuras).
Além disso, os PJs poderiam ter outros ganhos, pois Moldrovec em verdade não é um dragão maligno, e estaria disposto a recompensar aventureiros que o ajudasse a buscar outras moedas que busca para incrementar sua coleção. Atualmente seu grande desejo é a primeira moeda cunhada por um antigo Imperador, que além da face desse, trazia diversos elementos símbólicos e mensagens subliminares.
Por fim, se os PJs realmente optarem por enfrentar Moldrovec, e se conseguirem vencê-lo, terão ainda um trabalho extra para recolher o tesouro. Isto devido ao fato de o dragão ter certo capricho ao guardar seu tesouro, e ao invés de colocar as moedas em baús ou suportes, prefere jogá-las contra o paredão de gelo da caverna gélida de seu covil, e com um levre sopro congelá-las lá mesmo, onde podem ser vistas e admiradas como postas em molduras, e ainda ficam protegidas contra a açaõ do tempo.
Excêntrico. Essse é Moldrovec do Dinheiro Infindável, um oponente poderoso e interessante para o Mestre colocar em jogo como adversário dos PJs.
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